Acho que um dia já tinha partilhado com vocês, Mari’s … mas, como o filme “enquanto estiveres aí” passou este fim de semana, aqui fica o video com uma mensagem muito especial!!!
Cidália
Acho que um dia já tinha partilhado com vocês, Mari’s … mas, como o filme “enquanto estiveres aí” passou este fim de semana, aqui fica o video com uma mensagem muito especial!!!
Cidália
a nossa praia (“nossa”, porque estavamos mesmo só nós… concerteza não haveriam mais “malucos” a querer acampar com chuva)
a vista do nosso T4 duplex :P … rio Paiva (pelo que ouvi dizer)
as tendas … falta uma ligeiramente deslocada à esquerda
o vicio
(e quase que me esquecia … 1º lugar para nós, né Ricardo?!? … é velho o ditado “azar ao jogo, sorte ao amor”, ora se ganhamos não tá difícil de concluir … lol)
(os meninos à volta d) a fogueira
Depois de um fim de semana muito bom, onde brindamos várias vezes à amizade, acho que este vídeo está adequado ao espírito da “coisa”. É um vídeo que sempre gostei pela sua essência e porque apesar de não termos visto muitas efémeras, apareceram libelinhas com os seus voos acrobáticos.
Quanto à banda sonora que eu tinha preparada (umas recordações dos 80´s) foi ouvida durante pouco tempo, uma vez que ficamos sem bateria no portátil, mas acabamos por fazer uma banda sonora só nossa e original.
Como concluíu Cristopher MacCandless, no final da sua aventura: “A felicidade só é real quando é partilhada…”
Enjoy!
Cátia.
Será assim a nossa próxima noite.
E como no passado fim-de-semana hibernamos para recuperar energias, neste vamos voltar a descarregá-las num campismo “selvagem” por terras de Arouca. ![]()
Juntamos as Mari’s, o AloneRoadTrip, os 6.000kmterrestres , mais uns quantos amiguinhos que fazem parte do “ninho” e partimos à aventura.
Toca a fazer mala, novamente, desta vez com roupa só para dois dias, mas tralhas é que não vão faltar. Estou cá com um feeling que vamos levar praticamente a casa atrás… são tendas, sacos camas, colchonetes (para quem se lembrou, eu não :S), mesas, cadeiras, comida q.b. para 9 “alarvos”, barco insuflável, grelhadores, gerador, televisão (para ver o jogo Porto-Benfica mais logo
), enfim…
Agora só falta mesmo rezar para que os metereologistas se enganem e não chova. Sim, porque no ano transacto acampar em paredes de coura “meteu” água, muitaaa água aliás (o Ricardo levou com pingas na testa a noite toda, eu não dormi por causa do frio, e os manos, bem esses não se queixaram de nada… valeu pelos gogol bordello, “I think“).
Está a chegar a hora de partida, aqui vamos nós…
Cidália
Nota: A banda sonora será partilhada depois, a Cátia quis mantê-la no “segredo dos deuses”.
Pois, cá estamos.
Depois dos abraços da mamã, das lambidelas do Samy e do almoço tardio, seguia-se nos planos desta tarde uma deliciosa sesta, mas o portátil, mesmo ao lado da cama, não “deixou”… foi absolutamente irresistível entrar no blog e corrigir os erros de acentuação (sim, que os teclados lá por fora não são facéis).
E para não me alongar muito neste post, quero “apenas” deixar um bacio muito especial às companheiras destas espectaculares férias de verão (já estava aqui a faltar o momento cutchi-cutchi
).
Cidália
P.S. … e continuação de boa viagem ao mano.
É o regresso… e este começa logo pela manhã, uma vez que temos uma viagem de comboio de 1h30 para Pisa, onde nos espera o nosso vôo às 13h40.
Como em tantos outros regressos a casa, este faz-se em silêncio, ou com menos vontade de falar…
Até já!
Mari’s
A nossa tentativa de entrar na Galeria Uffizi saiu frustrada, uma vez mais, pois às 8h30 da manhã já a fila era interminável. Visitar monumentos em pleno Verão é para esquecer. ![]()
Como ainda era cedo, aproveitámos para fazer as últimas compras e relaxar numa simpática esplanada, ladeada por cheirosas folhas de loureiro. Num dos passeios pelas ruas da cidade, seguimos o som de um orgão que nos conduziu a uma pequena capela onde decorria um concerto. Entrámos e permanecemos estáticas a saborear esse belo momento, ao mesmo tempo que a Cátia, depois de acender uma vela, se dedicou a limpar os pés com toalhetes “Corinne de Farme” (sim, porque bastam umas passadas em chinelas para os ditos ficarem literalmente pretos). ![]()
Na Piazza da República, regressamos à infância ao andar num carrocel que mais parecia saído de um conto de fadas…

À tarde fomos aos Jardins de Boboli, no Palácio Pitti. Aqui, além dos jardins, onde aproveitamos para retemperar forças à sombra das frondosas árvores, visitamos a exposição patente. Simplesmente soberbos os frescos decorativos das paredes e tectos do Palácio! É também de admirar o quanto os Medicci fomentaram e impulsionaram o saber e o estudo de novas técnicas em várias vertentes do conhecimento.
Daqui fomos até à Praça de St.ª Crocce, onde acabámos por jantar numa simpática esplanada (a bruschetta italiana ficou aprovada). Depois de jantar fomos mais uma vez à Praça della Signoria, onde nos despedimos de Florença, assistindo e apreciando mais um momento musical nos claustros da Uffizi.
Já no hotel, foi altura de (re)fazer as malas para o regresso a casa no dia seguinte.
Mari’s
Hoje o dia foi dedicado aos emblemáticos monumentos e locais de interesse fiorentinos. De salientar a imponência da Catedral de Sta. Maria del Fiore, com a Torre de Giotto e o Baptistério de San Giovanni com a sua porta dourada de Bruneleschi; a peculiar Ponte Vecchio sobre o silencioso Rio Arno; o opulento Palácio Vecchio, na Piazza della Signoria, onde permanecem imortais algumas das estátuas (e réplicas) mais famosas, a posar para as centenas de flashes. É também nesta praça que se reúnem alguns dos artistas da cidade, e onde temos a oportunidade de fazer um retrato, ou, simplesmente, uma caricatura (em apenas 3′), como a Cidália aproveitou.
É impossível resistir ao charme das antigas “cartolerias”, onde sentimos vontade de regressar a uma época onde a pena e o papel eram utilizados para trocar meras mensagens ou arrebatadoras cartas de amor.
Ao jantar, na Piazza Vecchio, provamos a sobremesa típica “Vin Santo com cookies”, que ficou aprovada pelas Mari’s: Cláudia e Cátia.
No regresso ao hotel fomos presenteadas com um espectáculo musical no claustro da Galeria Uffizi, que nos fez parar, sentar e simplesmente apreciar.
Foi um momento mágico…

A luz da noite confere às cidades um outro encanto!
Mari’s
Despedimo-nos da Sicília com o nascer do sol rumo a Pisa e à romântica Florença.

À chegada, fomos surpreendidas pela presença do nosso amiguito, do blog vizinho aloneroadtrip.
Assim, este dia teve um sabor especial, uma vez que, excepcionalmente, foi vivido e sentido a quatro. Tivesse a informação sido transmitida com mais pormenor e teríamos o Marquito à nossa espera no aeroporto, mas o ragazzo esperava-nos no aeroporto de Florença, quando o nosso voo tinha como destino Pisa. :S No entanto, a “curta” distância (cerca de 80 km) entre as duas cidades não o inibiu de nos encontrar na Piazza dei Miraccoli, onde tiramos todos as fotos da praxe. Foi uma surpresa muito especial!
Uma das imagens mais pitorescas é ver a imensidão de turistas com as mãos ao alto a fazer esforços para que a fotografia a empurrar a Torre saia na perfeição.

Daqui, dirigimo-nos a Florença (a última cidade antes do regresso
) de boleia no mercedão e dedicamos a tarde a vaguear pelos cantos e recantos da cidade.
É de referir que é notório o contraste económico e cultural entre a Sicília e o seu continente.
Quem visitar Florença deve dedicar um momento a contemplar a nostálgica vista da cidade ao anoitecer, do alto da Piazzale Michelangello. A cidade a preparar-se para a magia da noite…
O jantar, na Piazza Sta. Croce, foi acompanhado pelo toscano vinho Chianti, o qual não supera de todo alguns dos melhores vinhos portugueses.
Mari’s
Bus… bus… bus… bus…
Hoje fizemo-nos à estrada e atravessamos a Sicilia…
* Hotel/Estação de comboio de Taormina: boleia de casal francês;
* Estação de comboio de Taormina/Catania: autocarro Etna Transports;
* Catania/Palermo: autocarro Sais;
* Palermo/Trapani: autocarro Segesta;
*Trapani/Hotel: boleia de belo siciliano (proprietário do hotel).
Apesar de ter sido um dia cansativo (já sem posição para estar sentadas), tivemos a “cereja no topo do bolo” assim que nos deparámos com o hotel. Quaisquer adjectivos que utilizemos para o descrever, não são suficientes para o caracterizar. Tratava-se de uma pequena “Villa Siciliana” tipo turismo rural, onde podemos finalmente relaxar e saborear os sons e o cheiro do campo, numa noite de lua cheia…

Mari’s
Começámos o dia com uma excursão ao Etna, o maior vulcão activo da Europa.
Ficámos a 1986 mts de altitude, onde se encontra a Cratera Silvestri. Neste local, a última erupção ocorreu em 2001. Gostaríamos de ter ido a uma altitude mais elevada, mas além do preço exorbitante, não estavamos preparadas para tal. O Etna ficou aquém das expectativas devido ao excesso de turistas e de lixo. No entanto, é uma paisagem singular.
O único aspecto a apontar neste tipo de excursões é a limitação em termos de horários e itinerários. De qualquer forma, ainda tivemos tempo para umas brincadeiras na piscina.
O “Interbus” siciliano para Taormina pregou-nos uma partida, uma vez que “no festivo” também significa domingo e não apenas feriado, pelo que após uma hora de espera pelo “ghost bus“, atravessámos a rua e jantámos no hotel.
Foi a noite em que nos deitámos mais cedo…
Mari’s
Depois de várias observações em conjunto, chegamos a uma imagem consensual: espécimen de tez morena, depilado nos membros inferiores e peitorais, com algumas pilosidades meramente decorativas no rosto, variando o estilo e o corte.
Durante o dia, tem por hábito usar sunga ou tanga e, na presença de fêmea, não se coíbe de conduzir os membros superiores (vulgo mão) à zona genital. Não foi possível concluir se se trata de um ritual de acasalamento ou de simples comichão.
Ao anoitecer, o seu visual altera-se, passando a usar calção branco, pólo preferencialmente rosa com colarinho para cima, mocassins igualmente brancos e “corrente” de ouro no pescoço. Faz-se acompanhar em pequeno grupo do mesmo sexo ou com fêmea cintilantemente ornamentada. Comunica com os outros elementos recorrendo a um tom elevado e tem dificuldade em utilizar dialectos que não o dele.
É, portanto, uma espécie que não se encontra em vias de extinção e recomenda-se a sua observação no seu habitat natural.
Mari’s

Hoje dedicamos o dia ao usufruto de uma das praias concessionadas de Giardini Naxos. Foi o “dolce fare niente”. ![]()
Apenas foi possível aguentar o calor graças às várias idas à água do Mar Jónico, à sombra do guarda-sol e a granizados q.b.
Depois da praia, o “top” foi a piscina do hotel só para nós, onde treinamos as nossas acrobacias aquáticas. ![]()
À noite, jantamos e passeamos pelas ruas de uma Taormina claustrofóbica. No regresso, ainda fomos brindadas por uma verdadeira discussão à ”siciliani” entre o motorista e uma multidão de passageiros que esperava o autocarro.
Mari’s
O dia começou cedo… às 5 horas estavamos fora da caminha para apanhar o ferry em Valletta, que nos conduziu à Sicilia (Pozzallo). A viagem decorreu calmamente entre snack’s e sestas, uma vez que o “pavor” da Cidália em andar de barco tinha sido já dismitificado na viagem a Comino.
Chegadas ao destino fomos transportadas por um belo taxista siciliano até Siracusa (que nos cobrou “apenas” 90 euros
). Passadas duas horas de viagem de comboio, chegavamos, finalmente, a Taormina.
Primeira impressão: transportes públicos atrasados e uma multidão sem fim…
Valeu o Teatro Grego, que nos transmite sensações de tempos idos, através da sua (ainda) imponência silenciosa.

Mari’s
Continua o calor… muito calor!
Hoje foi o último dia em Malta e como não podia deixar de ser, tivemos a “cereja no topo do bolo”.
Conseguimos cumprir o itinerário a que nos tinhamos proposto. De manhã, fomos a Mdina e Rabat e ficamos maravilhadas! Não é à toa que Mdina é conhecida como a “cidade silenciosa”. Dentro das suas muralhas parece que o tempo parou e as ruas e palacetes continuam alheios às mudanças exteriores. Limpa e simplesmente linda lá no alto! Rabat valeu apenas pelas catacumbas de St. Paul e de Sta. Ághata mas, mesmo assim, nada do que é descrito no guia.
À tarde, viagem de 20 minutos de lancha com emoção
, a partir de Cirkewa para… a ilha de Comino. Depois de contornarmos um pequeno promontório, ouvem-se os “Ahhhs!” do pessoal do barco. Chegamos à baía “Blue Lagoon”, com a sua água azul turquesa como nunca tinhamos visto!
Sim, está apinhada de gente, mas basta caminhar um pouco para encontrarmos um recanto onde desfrutar. E foi o que fizemos… Três horas que se prolongaram entre banhocas, mergulhos, palhaçadas dentro e fora de água.

E desta forma deliciosa dissemos “adeus”, ou um “até já”, à ilha de Malta, onde ainda deixamos muito por descobrir…
Mari’s

Hoje foi dia de tour de autocarro:
Bugibba-Marsaxlokk-Valletta-Kalkara (3 cidades)-Bugibba.
Esteve calor… muito calor!
Podiamos falar das cidades, dos monumentos, das paisagens, das praias… mas não. Vamos apenas descrever o típico motorista do não menos típico autocarro maltês. Homem de meia idade; muito moreno; trajado com uns simples calções e t-shirt azul ou camisa da mesma cor; braço direito com tatuagem pendurado na janela (conduz-se pela esquerda) a segurar um cigarro, quando um dos avisos em todos os autocarros é ”no smoking“… mas se calhar referem-se ao fato.
Os que são casados, além da aliança, exibem uma outra particularidade: a unha enorme no dedo anelar esquerdo e ainda por cima… preta. Sim, porque isto de ser motorista de autocarro maltês também pressupõe conhecimentos de mecânica. No que concerne a condução, é sempre com muita emoção. ;) Sempre a abrir e quanto aos semáforos vermelhos, são confundidos com “verde-tinto”, por isso não há razão para parar.
Quanto às cidades, há muito para descobrir, assim houvesse tanto tempo…
Amanhã vamos tentar conhecer Mdina e Rabat de manhã e dar um mergulho na ilha de Comino à tarde.
Mari’s
Desta vez, o voo decorreu mesmo sem sobressaltos. O “vomidrine” da Cláudia fez efeito, a Cidália comeu a bordo (para não variar) e a Cátia vibrou mais uma vez com o toque da cavalaria na aterragem (é o único momento em que descomprime). À saída do avião fomos novamente bafejadas pelo ar quente.
De destacar, a viagem do aeroporto de Luga para Valletta num dos típicos autocarros malteses (Bedford vintage, daqueles que arranham as mudanças).

De Valletta para St. Paul’s Bay (Bugibba), onde estamos hospedadas, a viagem foi um pouco mais moderna.
Não, a água hoje não estava “caldinho”, mas foi revigorante e é de salientar o lindo pôr-do-sol.
Por razões óbvias
não vamos tecer comentários acerca do hotel.
Amanhã esperam-nos umas tours nos belos autocarros (no air conditioned).
Mari’s
P.S. Cabe aos leitores decifrar a acentuação, enquanto nós por aqui tentamos decifrar o teclado.
(entretanto resolvido
)

Tal como a Cláudia já referiu no post anterior, a viagem decorreu sem sobressaltos, excepto a aterragem “a gomitar monelhos de cavelo”.
Sem querer causar inveja
a temperatura à saída do avião fez-se sentir com um “bafo” quente (+/- 34ºC). “Oubimos” dizer que a chuvita em Portugal é para durar. ![]()
O hotel superou as expectativas: o nosso quarto fica à distância de 10 degraus da piscina que tem uma vista encantadora sobre a cidade.
Ao anoitecer, jantámos na Ciutat Vella, acompanhadas por uma brisa agradável e música na praça diante de nós.
Aumenta a ansiosidade para Malta, que é já amanhã!
A Cláudia não entra no avião sem “vomidrine”.
Mari’s
The last but not the least!
Como sabem, hoje começou a grande aventura das 3 Mari’s. Para mim, começou da melhor forma possível :S. Pretendia “me” inaugurar neste blog com algo espectacular para contar. E não é que tenho?
Ora, para os que me conhecem, sabem que andar de avião não é propriamente uma paixão! Embarcámos, instalámo-nos, o avião levantou voo, i-pod nos ouvidos, leitura sobre as férias, a Cidália a comer, a Cátia concentrada no seu sudoku … até aí tudo bem.
De repente, ficou tudo a andar à roda, suores frios e, minutos antes da aterragem, tcha-ram … foi necessário chamar a hospedeira para me dar um saco onde descarreguei o meu almocinho (if you know what i mean).
Confesso que não foi uma experiência agradável de ver nem de cheirar, a julgar pelos olhares dos restantes passageiros …
Mas pronto, nada que um chazinho de tília não tenha curado
.
Amanhã temos outro voo … meeeedo!!!
Cláudia
Ok, ok, a Cidália já está com agradecimentos e mais-não-sei-quê… Já devem ter percebido que das três ela é a mais cutchi-cutchi. ![]()
Como se não bastasse o meu nervosismo, hoje tinha de chover.
Calma, respira fundo e conta até dez… Vou ter de recorrer a esta “técnica” algumas vezes, pelo menos na véspera das viagens de avião. Mas porquê que nenhum génio inventou ainda o teletransportador?!
Bem, a mala está pronta e cheiinha. Claro que tive de tirar uma ou outra peça de roupa, acho que levo sempre roupa a mais, mas são onze dias!
Falta pouco, muito pouco…
Keep in touch!
Cátia
Para as companheiras de viagem com um beijo enorrrrrrme … “see you both tomorrow”
Cidália
Isto de criar um blog três dias antes da viagem fez com que muita da preparação, e sobretudo desesperação, para programar esta viagem fosse entretanto esquecida. Ainda que tenha memória de elefante há muitas situações que já lá vão, mas uma delas continua a atormentar-nos: a mala. É verdade, estão a imaginar uma mulher com apenas UMA mala de viagem, o que também chamamos mala de cabine, para os ONZE dias?
Eu também não.
Aliás, nenhuma de nós estava preparada para esse facto, mas como teriamos de pagar um extra, ponderamos o tempo perdido em filas de check-in e, o pior, não queriamos correr o risco de passar as férias sem as roupitas, lá teve de ser. Acho mesmo que seremos responsáveis por um autêntico milagre, mas, e como em tudo na vida, há sempre o “outro lado” da questão
. No nosso caso, o lado positivo é que assim poupamos muitos “aerius” (nop, não é o medicamento para as alergias, refiro-me a €) porque, uma vez que não vai sobrar espaço absolutamente nenhum, não podemos comprar “recuerdos” … ohhhhh.
Obs: e apenas por esse motivo fomos obrigadas a rejeitar os pedidos de italianos.
(D. Graça fica para uma próxima
)
Cidália
Sim, este “bicho” foi o meio de transporte escolhido, por falta de outras alternativas (claro!), para a travessia Malta / Sicilia (podiamos ter ido a nado, mas como desisti das aulas de natação ficou para outra oportunidade, lol). Serão 90 minutos de sofrimento, já que tenho PÂNICO de água, mas há que honrar a coragem dos touros (like me) e não me queixar muito, até porque alguém já me disse ”não sejas mariquinhas”.
Cidália
me again
![]()
Sim, porque agora que me deram acesso já ninguém me consegue parar … ”blogaholic, I know” . Desta vez venho dar-vos a conhecer os verdadeiros palácios onde as princesas ficarão alojadas, suspirem só.
Valencia

Expo Hotel Valencia (1 noite)
Malta

Palm Court Hotel (3 noites)
Sicilia

em Taormina: Cundari Inn Hotel (3 noites)
em Trapani: B&B Triskele (1 noite)
Florença

Residenza Millennium (3 noites)
Foram todos eles submetidos a rigorosos critérios de qualidade, porque além do aspecto físico que motivou a atracção imediata consideramos principalmente o seu interior (hummm, esta deixa podia ter sido usada noutro post intitulado “homens”, lol), mais especificamente terem ou não ”air conditioned”, já que nos esperam temperaturas altas (e agora todos em coro “ohhhhhh”) e as meninas precisam de conforto.
Cidália
É com muito prazer que publico o meu primeiro post neste blog
“great idea, Cátia“, e aproveito para partilhar o itinerário destas espectaculares férias de verão, sem querer fazer inveja a ninguém. Cuidadosamente escolhido, de forma a não ultrapassar as duas horas de voo que a mana Cátia aguenta entre cada destino e com o apoio / patrocínio do “XôRaiane”, sim, sem ele a nossa aventura ter-se-ia ficado apenas por uma cidade; aqui fica o percurso em mapa e algumas informações extra:
Porto – Valencia: já amanhã, dia 11
Valencia – Malta: no dia seguinte
Malta – Sicilia: a viagem mais atribulada, já que a mesma será realizada de barco, dia 15
Sicilia – Florença: dia 19
Florença – Porto: dia 22, o regresso a casa, isto se não encontrarmos nenhum italiano lindo, rico e apaixonado que nos roube o coração (e o resto, lol lol lol)
Tenho apenas um pedido muito singelo a fazer …
“God, could you take care of us, pleaseeeee”
Cidália
E como hoje se iniciam os Jogos Olímpicos 2008 (polémicas à parte), deixo aqui a animação “Journey to the East”, produzida por Damon Albarn e Jamie Hewlett (esses mesmos, dos Gorillaz), para a promoção da cobertura da BBC aos Jogos.
Enjoy!
Cátia
Tal como diziam os Profs. AM e LP aqui, “na área tecnológica, a tradição diz-nos que o 1º avanço de desenvolvimento deve sempre conter as palavras “Hello world!”. Não temos a presunção de contribuir para o avanço tecnológico, apenas queremos partilhar, termo este que duas de nós têm ouvido com alguma insistência no último ano.
Então, este blog inicia-se com uma viagem.
Uma viagem de três amigas para o exterior, mas que se prenuncia como uma viagem também ao interior de cada uma de nós.
Temos consciência que vamos deixar aqui alguns coraçõezinhos apertados, porque apesar de crescidinhas somos ainda meninas dos papás, das mamãs e até dos manos (e como isso sabe bem!). Assim, estes manter-se-ão informados das nossas andanças algures entre Malta, Sicília e Florença, ao longo de 11 dias, se entretanto não encontrarmos razões de força maior para deixar de actualizar.
Depois da viagem, veremos se este blog irá continuar…
Entretanto surgirão mais pormenores.
Até já!
Cátia